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O que mudou na Pediatria (e porque isso é uma boa notícia para os pais)

Se fosse pai ou mãe há 30 anos, provavelmente teria recebido conselhos muito diferentes dos que recebe hoje. Curiosamente, muitos deles eram dados pelos próprios médicos. Não era que estas recomendações estivessem erradas, mas porque a ciência ainda não tinha todas as respostas.

E essa é uma das coisas mais fascinantes da Pediatria: quanto mais aprendemos sobre as crianças, melhor conseguimos cuidar delas.

 

Se é avô ou avó e está a ler este artigo, este texto também é para si. Muitas recomendações mudaram desde que educou os seus filhos. Não porque tenha cuidado mal deles, mas porque, entretanto, surgiram novos conhecimentos e formas diferentes de compreender a saúde e o desenvolvimento infantil.



Há uma frase que quase todos os pais já ouviram:

“No meu tempo fazia-se assim, e vocês cresceram todos bem.”

E há uma verdade importante nessa frase. Os nossos pais e avós fizeram o melhor que sabiam, com dedicação, carinho e com a informação disponível na época. Muitas das práticas que hoje questionamos eram então consideradas corretas — incluindo pela comunidade médica.

Mas a Medicina não é um livro fechado. É uma ciência viva. Algumas ideias confirmam-se, outras são revistas e algumas mudam profundamente quando surgem estudos mais sólidos.

Isso não significa que estivemos “a fazer tudo mal”. Significa apenas que hoje temos melhores ferramentas para tomar decisões mais informadas.

 

Neste artigo partilho cinco exemplos de recomendações que mudaram significativamente nos últimos anos. Talvez reconheça algumas da sua própria infância. Talvez ainda as ouça de familiares ou amigos.

E isso é perfeitamente normal. Porque cuidar de uma criança também implica aprender, adaptar e aceitar que a ciência — tal como as crianças — continua a crescer.


1. “O importante é baixar a febre.”  Hoje sabemos que o que é realmente importante é observar a criança.


"Dá-lhe já medicamento antes que a febre suba mais.”

São duas da manhã. O termómetro marca 39,6 ºC. O seu filho está quente, abatido e a primeira pergunta que lhe passa pela cabeça é simples: "Será perigoso?" Se já viveu este momento, não está sozinho. É provavelmente uma das maiores fontes de ansiedade para quem tem crianças pequenas.

É quase um reflexo automático: medir outra vez, confirmar o valor, procurar o medicamento na prateleira e tentar fazer a temperatura descer o mais rapidamente possível.

Durante muitos anos foi exatamente essa a forma como a febre era encarada. Quanto mais alta fosse a temperatura, maior parecia ser o perigo. O objetivo era baixá-la rapidamente, por vezes alternando medicamentos ou administrando-os de forma muito precoce.

Hoje sabemos que esta visão era demasiado simplista.


A ideia antiga

A febre era vista como um problema em si mesma.

Muitos pais cresceram a ouvir que temperaturas elevadas podiam ser perigosas apenas por serem elevadas e que o principal objetivo deveria ser “normalizar” o termómetro.

Ainda hoje esta ideia está muito presente e explica porque tantas famílias vivem a febre com enorme ansiedade.

 

O que hoje sabemos

A febre não é uma doença.

Na maioria das situações, é um mecanismo natural de defesa do organismo. Quando um vírus ou uma bactéria entra no corpo, o sistema imunitário produz substâncias que aumentam a temperatura corporal. É uma forma inteligente de dificultar a multiplicação de alguns microrganismos e, ao mesmo tempo, tornar as nossas defesas mais eficazes.

Podemos imaginar a febre como um comandante que mobiliza o exército do organismo. O aumento da temperatura não é o inimigo; é um sinal de que as defesas entraram em ação.

Claro que isto não significa que toda a febre seja benigna nem que deva ser ignorada. Há situações que exigem observação médica, sobretudo em bebés pequenos ou quando surgem sinais de alarme.

Mas aquilo que mais preocupa atualmente um pediatra não é apenas o número apresentado pelo termómetro.

Uma criança com 39,5 ºC que continua bem-disposta, brinca, bebe líquidos e reage normalmente pode estar muito melhor do que outra com 38,2 ºC que está muito sonolenta, com dificuldade em respirar ou sem conseguir manter-se hidratada.

O estado geral da criança vale muito mais do que um número isolado.

 

O que isto significa no dia a dia

Na prática, esta mudança alterou também a forma como utilizamos os medicamentos para baixar a febre.

Hoje sabemos que eles devem ser usados sobretudo para aliviar o desconforto da criança e não apenas para “corrigir” o valor da temperatura.

Se a criança está relativamente bem-disposta, aceita líquidos, brinca entre os episódios de febre e não apresenta sinais preocupantes, o número do termómetro deixa de ser a única preocupação.

Mais importante do que medir a febre de meia em meia hora é observar a criança.

 

A mensagem principal

A febre é um sinal. A criança é o principal. Nunca trate apenas o termómetro; observe sempre quem está à sua frente.


2. “Quanto mais tarde provar certos alimentos, melhor.” Hoje sabemos que nem sempre é assim.

 

"Não lhe dês ovo ainda.” “O amendoim é perigoso, espera até ser mais velho.”

Durante muitos anos, estas recomendações eram quase universais.

O receio era simples: acreditava-se que adiar alimentos potencialmente alergénicos diminuía o risco de desenvolver alergias alimentares.

Parecia fazer sentido - se o organismo ainda era imaturo, talvez fosse mais seguro esperar. O certo é que a investigação científica veio mostrar uma realidade surpreendente.

 

A ideia antiga

O ovo, o marisco, os frutos de casca rija ou o amendoim eram frequentemente adiados durante meses — e, nalguns casos, até durante anos.

Era um conselho dado com boa intenção e baseado no conhecimento disponível na altura.

 

O que hoje sabemos

Nas últimas duas décadas, vários estudos internacionais mudaram profundamente esta forma de pensar.

Hoje sabemos que, quando introduzidos na idade adequada e de forma segura, muitos alimentos alergénicos não aumentam o risco de alergia. Em algumas crianças, sobretudo nas que apresentam maior risco, a introdução precoce pode até contribuir para reduzir essa probabilidade.

Esta mudança obrigou a rever recomendações que pareciam inquestionáveis.

É um excelente exemplo de como a ciência evolui: quando surgem provas mais robustas, as recomendações mudam.

Naturalmente, isto não significa oferecer qualquer alimento em qualquer idade. A introdução alimentar continua a seguir etapas importantes do desenvolvimento e deve respeitar a capacidade da criança para mastigar, engolir e explorar novos alimentos em segurança.

 

O que isto significa no dia a dia

Para muitos pais, esta mudança trouxe também menos ansiedade.

Já não é necessário viver com listas intermináveis de alimentos proibidos nem esperar meses para apresentar novos sabores.

Pelo contrário, sabemos hoje que uma alimentação variada, equilibrada e adaptada ao desenvolvimento da criança permite não só conhecer novos alimentos, mas também favorecer uma relação saudável com a comida.

 

A mensagem principal

Na alimentação infantil, esperar mais tempo nem sempre significa proteger mais. Hoje sabemos que a diversidade alimentar, introduzida de forma adequada, pode ser uma aliada da saúde.


3. “Come só mais uma colher.” Hoje sabemos que comer não deve ser uma batalha.


"Só sais da mesa quando acabares o prato.”

Poucas frases fazem parte da memória de tantas pessoas como esta.

Durante gerações, acreditou-se que um bom pai ou uma boa mãe era aquele que conseguia garantir que o filho comia “bem”. E, muitas vezes, comer bem era sinónimo de comer muito. Principalmente quando recuperávamos de alturas em que não havia assim tanta disponibilidade de alimento como existe hoje.

Quando uma criança recusava a comida, a preocupação surgia quase automaticamente. Quem nunca deu por si a passear uma colher pela sala enquanto inventava um avião, um comboio ou um dinossauro para convencer o filho a abrir a boca?

Tudo isto era feito com uma intenção genuína: garantir que a criança crescia saudável.

Hoje, no entanto, percebemos que esta preocupação excessiva com a quantidade pode, em alguns casos, produzir exatamente o efeito contrário.

 

A ideia antiga

Durante muitos anos acreditou-se que os adultos sabiam sempre quanto uma criança precisava de comer.

Se ela dizia que estava satisfeita, assumia-se muitas vezes que estava apenas a fazer uma birra ou a ser “esquisita”. Insistir para comer parecia a atitude mais responsável.

Afinal, ninguém queria correr o risco de o filho ficar mal alimentado.

 

O que hoje sabemos

Sabemos hoje que a maioria das crianças saudáveis nasce com uma capacidade extraordinária para regular o próprio apetite.

Tal como um adulto não sente a mesma fome todos os dias, também uma criança pode comer bastante ao almoço e muito pouco ao jantar. Pode haver dias em que parece ter um “apetite de leão” e outros em que quase não toca na comida.

E isso, por si só, não significa que exista um problema.

Quando insistimos repetidamente para que uma criança coma além da sua saciedade, estamos, sem querer, a ensinar-lhe que deve ignorar os sinais do próprio corpo.

É como se lhe disséssemos: “Não confies na tua fome. Eu sei melhor do que tu quando estás satisfeito.”

Ao longo do tempo, esta interferência pode dificultar uma relação saudável com a alimentação.

Além disso, sabemos hoje que obrigar, negociar ou pressionar raramente aumenta o gosto pelos alimentos. Pelo contrário, muitas vezes transforma as refeições num momento de tensão para toda a família.

 

O que isto significa no dia a dia

Isto não significa que os pais devam desistir ao primeiro “não gosto”.

As crianças precisam de tempo para aprender a gostar de novos alimentos. Um sabor desconhecido pode necessitar de ser experimentado várias vezes antes de ser aceite.

Se perguntarmos a uma criança de dois anos se quer provar brócolos, ela olha muitas vezes para nós como se lhe tivéssemos proposto comer uma pedra. Felizmente, isso não significa que nunca vá gostar deles.

O papel dos pais continua, naturalmente, a ser muito importante. São os adultos que decidem o que é servido, quando são feitas as refeições e onde se come. E são eles que dão o exemplo.

A criança, por sua vez, decide quanto quer comer.

Esta divisão de responsabilidades reduz conflitos e ajuda a construir uma relação mais tranquila com a alimentação. Também ajuda a aliviar um peso enorme que muitos de nós carregam: a sensação de que cada refeição é um teste ao seu desempenho enquanto pais.

Na verdade, educar para uma alimentação saudável faz-se muito mais ao longo de semanas e meses do que numa única refeição.

 

A mensagem principal

O objetivo não é que a criança coma muito. É que aprenda a comer bem e a confiar nos sinais do seu próprio corpo.


4. “Um antibiótico resolve mais depressa.” Hoje sabemos que nem sempre é a melhor solução.


"Da última vez tomou um antibiótico e ficou logo bom.”

Esta é uma associação perfeitamente compreensível.

Quando uma criança melhora poucos dias depois de iniciar um antibiótico, é natural pensar que foi o medicamento que resolveu rapidamente o problema.

No entanto, muitas das infeções mais frequentes da infância melhorariam exatamente no mesmo período… mesmo sem antibiótico. Foi precisamente esta constatação que mudou profundamente a forma como tratamos muitas doenças.

 

A ideia antiga

Durante vários anos, os antibióticos foram utilizados com muito maior frequência do que atualmente.  Foram uma descoberta fundamental no tratamento das doenças bacterianas, e trouxeram com eles a possibilidade de cura de situações anteriormente fatais.

Perante febre, tosse persistente, dor de garganta ou otites, existia muitas vezes a expectativa de que um antibiótico seria a solução mais eficaz.

Era uma época em que conhecíamos menos sobre a resistência aos antibióticos e em que o equilíbrio entre benefícios e riscos era encarado de forma diferente.

 

O que hoje sabemos

Hoje sabemos que a maioria das infeções respiratórias nas crianças é causada por vírus.

E, há um dado muito claro: os antibióticos não têm qualquer efeito sobre os vírus.

Dar um antibiótico nestas situações é um pouco como tentar carregar um telemóvel com a ficha errada. Podemos insistir durante horas. Simplesmente não vai funcionar.

Além de não acelerar a recuperação, o uso desnecessário destes medicamentos pode provocar efeitos adversos, alterar a flora intestinal e contribuir para um dos maiores desafios atuais da Medicina: a resistência aos antibióticos.

Quando as bactérias se tornam resistentes, os medicamentos deixam de funcionar tão bem quando realmente são necessários.

Por isso, hoje a decisão de prescrever um antibiótico é muito mais criteriosa.

Não porque os pediatras tenham passado a tratar menos as crianças, mas porque aprenderam a tratar melhor.

 

O que isto significa no dia a dia

Muitos pais ficam surpreendidos quando saem de uma consulta sem receita para um antibiótico. Alguns chegam mesmo a sair da consulta com a sensação de que “não foi feito nada”.

Na realidade, observar a evolução, aliviar os sintomas, manter uma boa hidratação e vigiar sinais de alarme é, muitas vezes, exatamente o tratamento mais adequado.

Prescrever um antibiótico apenas para responder às expectativas da família seria uma decisão muito mais fácil. Aprendemos, contudo, que nem sempre a decisão mais fácil é a que melhor protege a saúde da criança.

 

A mensagem principal

Nem todas as infeções precisam de antibiótico. Utilizá-lo apenas quando é realmente necessário é uma forma de proteger a criança hoje e o adulto no futuro.


5. “Brincar é só uma forma de passar o tempo.” Hoje sabemos que brincar é uma das formas mais importantes de aprender.


“Brincar.”

Se perguntarmos a uma criança o que mais gosta de fazer, esta é a resposta que surge quase sempre sem hesitação.

Curiosamente, durante muitos anos o brincar foi encarado como uma pausa entre atividades “mais importantes”. Primeiro aprendia-se, depois brincava-se.

Hoje sabemos que esta ideia estava completamente invertida. Na infância, brincar é aprender.

 

A ideia antiga

À medida que as crianças cresciam, existia frequentemente a preocupação de ocupar o tempo com atividades estruturadas.

Quanto mais cedo aprendessem números, letras ou uma segunda língua, melhor.

O brincar livre parecia, por vezes, apenas um passatempo.

 

O que hoje sabemos

As neurociências vieram demonstrar que brincar é uma das atividades mais completas para o desenvolvimento infantil.

Quando constrói uma torre de blocos, uma criança está a aprender física sem saber.

Quando brinca às lojas ou aos médicos, desenvolve linguagem, imaginação e competências sociais.

Quando sobe a uma árvore ou corre num parque, fortalece músculos, melhora o equilíbrio, aprende a avaliar riscos e ganha confiança nas próprias capacidades.

O cérebro infantil aprende sobretudo através da experiência.

É por isso que brincar não compete com a aprendizagem- brincar é a própria aprendizagem.

 

O que isto significa no dia a dia

Num mundo cheio de ecrãs, horários preenchidos e atividades organizadas, talvez o maior desafio seja devolver às crianças algo muito simples: o tempo.

Tempo para inventar brincadeiras.

Tempo para se aborrecer.

Tempo para criar.

Tempo para explorar.

Daqui a vinte anos o seu filho talvez não se lembre do brinquedo que recebeu no aniversário. Mas vai lembrar-se de quem brincava com ele no chão da sala. Porque as memórias da infância não se constroem com objetos - constroem-se com tempo.

Como costumo dizer aos pais, o cérebro de uma criança é como um músculo: desenvolve-se quando é posto à prova. E brincar é um dos melhores exercícios que existe.

 

A mensagem principal

Quando uma criança brinca, não está a perder tempo. Está a construir competências que a acompanharão durante toda a vida.

 

O que todas estas mudanças têm em comum?

À primeira vista, estes cinco exemplos parecem falar de assuntos completamente diferentes.

 

Febre. Alimentação. Antibióticos. Brincar. Alergias.

 

Mas, na realidade, todos contam exatamente a mesma história.

A história de uma Pediatria que deixou de olhar apenas para a doença e passou a compreender melhor a criança.

Em todas estas mudanças existe um padrão comum.

Hoje, antes de perguntar “Como tratamos esta doença?”, perguntamos primeiro:

“O que é melhor para esta criança?”

Pode parecer uma diferença subtil, mas mudou profundamente a forma como cuidamos da infância.

 

E daqui a vinte anos?

Esta talvez seja a pergunta mais interessante.

Será que algumas das recomendações atuais também vão mudar?

Seríamos pouco realistas se achássemos que não.

E isso não deve preocupar-nos, pelo contrário.

Quando uma recomendação médica muda, normalmente não significa que a anterior era irresponsável ou que alguém “andou enganado”. Significa que surgiram estudos de melhor qualidade, acompanhámos mais crianças durante mais tempo e compreendemos melhor aquilo que realmente faz diferença.

É exatamente assim que a ciência funciona.

Não procura ter sempre razão, mas sim aproximar-se cada vez mais da verdade.

É graças a essa evolução que hoje vacinamos melhor, tratamos melhor a dor, utilizamos menos medicamentos desnecessários e conseguimos prevenir doenças que, há poucos anos, eram muito mais frequentes.

A mudança, na Medicina, é quase sempre uma boa notícia.

 

A principal mensagem que eu quero deixar aos pais

Ser pai ou mãe nunca foi sobre decorar uma lista de regras. É, na realidade, sobre observar. É adaptar. É fazer perguntas. É aceitar que ninguém sabe tudo e que aprender faz parte do caminho.

Se há uma lição que a evolução da Pediatria nos deixa é esta: cuidar de uma criança não significa fazer exatamente o mesmo que se fazia há vinte ou trinta anos.

Significa fazer o melhor possível com o conhecimento que temos hoje.

E isso não diminui o mérito dos nossos pais ou dos nossos avós, pelo contrário. Eles fizeram o melhor que podiam com aquilo que sabiam.

Nós temos agora a oportunidade — e a responsabilidade — de fazer exatamente o mesmo.

Porque, felizmente, hoje sabemos um pouco mais.

 

Em resumo…

Da próxima vez que ouvir alguém dizer:  “No meu tempo fazia-se assim…”

talvez a melhor resposta não seja dizer que estava errado.

Talvez seja simplesmente sorrir e responder: “É verdade. Mas, entretanto, a ciência também cresceu.”

E essa é, provavelmente, uma das melhores notícias que podemos dar às nossas crianças.

A Pediatria é como um mapa. Os destinos continuam a ser os mesmos — crianças saudáveis e famílias tranquilas — mas, à medida que a ciência evolui, vamos descobrindo caminhos melhores para lá chegar.

 

Conto que este seja o primeiro artigo de uma série em que vamos explorar algumas das maiores mudanças na Pediatria e explicar, de forma simples e baseada na evidência científica, o que elas significam para o dia a dia das famílias.

 

Referências

 

* Sociedade Portuguesa de Pediatria (SPP). Recomendações e consensos clínicos.

* European Society for Paediatric Gastroenterology, Hepatology and Nutrition (ESPGHAN). Complementary Feeding: A Position Paper.

* American Academy of Pediatrics (AAP). Recomendações sobre febre, alimentação, antibioterapia e desenvolvimento infantil.

* Organização Mundial da Saúde (OMS). Nurturing Care for Early Childhood Development e documentos sobre utilização responsável de antibióticos.

* National Institute for Health and Care Excellence (NICE). Orientações sobre febre na criança.

 
 
 

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